os 5 hábitos das pessoas criativas

Que atire o primeiro código de rastreamento dos correios quem aí não deu uma espiadinha pra ver o novo seriado da Netflix, Girlboss (a gente fala essa palavra e até já se sente mais poderosa, né? Grrrrlizzzbozz)

IMPORTANTE: não tem spoiler nesse post gente, podem continuar a leitura tranquilamente, migas.

Bom, aqui na hello a gente é fã declarada da senhorita Sophie Ambrose, aka Nasty Gal (recomendamos, inclusive, a leitura do livro) e a gente a-m-o-u a entrevista que ela fez pro Refinary29 com as 5 dicas dela pra ser uma pessoa criativa.

A seguir a nossa tradução livre (beeeeeeeem livre mesmo) da matéria:

“alimente o seu tamagochi da curiosidade”

Lembra daquele bichinho eletrônico que a gente dava comida, água, colocava pra dormir (se fosse hoje a gente ia fazer ele dar uns likes em nossas fotos pra retribuir o amor, né, e comentar com emoji  de coração também porque não somos obrigadas a nada) então, criatividade é tipo isso: um bichinho que a gente tem que alimentar com… perguntas! Isso mesmo, minha gente.

É aquele clichêzão “quando eu sei todas as respostas vem a vida e muda todas as perguntas”, sabe? Então, bora facilitar pra Deus e não ficar esperando a vida esconder esse gabarito aí: muda o lado de andar na rua, escova os dentes com a outra mão, experimenta um McFish (tá, pode ser o McChicken), vá a um museu (as terças-feiras a entrada é gratuita em praticamente todos aqui em SP #ficaadica) renove o olhar se você não puder renovar o cenário e: inspire-se!

“sem medjeeeeeeeenho)

Ok, o medo é bom de vez em quando porque ele impede a gente de fazer besteira, mas dentro da nossa cabecinha a gente não pode ter medo de pensar. Tipo assim: o medo te fazer olhar pra trás e voltar correndo porque o sinal estava fechado e você não viu é uma coisa. Uma coisa que acontece fora da gente. Agora, medo de não ligar idéias, de não explorar nossa imaginação, de não mergulhar nas nossas viagens mais louquinhas é outra coisa, uma coisa que acontece do lado de dentro, e a gente nunca deve ter medo de nós mesmas: medo de pensar sobre o que a gente sente sobre determinada pessoa, sobre determinada situação, sobre determinado sentimento… E isso vale pra vida pessoas e pro trabalho. A gente não cresce quando fica no mesmo lugar, a gente só cresce quando cai e levanta. E, pra isso, temos que nos mexer emocionalmente falando (e físicamente também, né, que a gente adora sentir que nossa bunda tá durinha opa, fazer um agachamento aqui já volto)

 

“take your broken heart, make it into art”

Seguinte: as melhores idéias e as mudanças mais significativas, definitivamente, não vem do sucesso. Vem de quando a gente tá na bad mesmo. Então, já que bateu a deprê, já que miou o romance, já que você engordou porque estava ansiosa e colocou nutella até na melancia, vamos aceitar o low que esse já é um caminho pra começar a melhorar. Não adianta negar que está triste, que tá de coração partido, que a mensagem foi visualizada e não respondida. Adianta sim a gente parar, respirar, ouvir o que a gente tá sentindo (raiva, bode, saudade) e usar a energia desses sentimentos pra algo produtivo e legal, que aí no final do dia a gente vai ver como conseguiu evoluir (mesmo que pouquinho, seja na execução de uma tarefa que pode até ser banal tipo trocar uma lâmpada) mas você levantou e mudou a vibe: criou algo pra si mesma, se cuidou, se amou <3

“ser fiel ao que você acredita deve ser seu objetivo de vida”

Sabe aquela história: “quando eu for promovida” ; “quando eu for pedida em casamento” ; “quando eu tiver um filho” eu vou fazer isso ou aquilo? Então, FLASH NEWS, miguxa: você não precisa esperar nada disso acontecer pra você ser você mesma. Na realidade, nada disso vai acontecer se você não for você mesma – no sentido de crenças, valores, gostos e vibes mesmo, sabe? Não espera o amanhã não pra ser você mesma em cada detalhezinho do dia: seja trocando idéia com o moço do pão na chapa, seja falando a verdade pra moça que senta do seu lado no trabalho porque o cabelo dela tá lindo mesmo hoje, seja dando passagem pra uma pessoa no metrô que tá toda acelerada empurrando todo mundo e nunca vai saber da sua gentileza… O amanhã é muito longe, não perde tempo não sendo você mesma o tempo todo não. É cansativo (às vezes), mas é lindo toda vez. Não falha uma.

“seja responsável pela sua própria vibe

Fica decretado então que ninguém vai ser responsável por fazer você se sentir minimamente confortável por estar viva E respirando nesse exato momento, nesse exato segundo, nesse exato momento da existência. Pode ser? E não, não estamos falando de meditação, de algo imaginário. Estamos falando de atitudes reais que fazem você se sentir bem (comer uma barra de chocolate inteira em cinco minutos não conta). Nós estamos falando de caminhos que você sabe percorrer, que você gosta da jornada e que se sente bem no percurso: ver um seriado que você ama, escutar uma banda legal, fazer um esporte… Pensa uma esponja que secou, pra ela ficar molhadinha de novo-delícia-cremosa, ela precisa se embebedar em algo. Saiba o que te “embriaga”. Descubra novos “drinks” – coisas só suas! Uma amiga, o namorado pode até te dar a dica de alguma coisa, mas a gente tá falando aqui de algo só seu. Se você não tem uma lista com pelo menos 10 viagens emocionais que você ama fazer sozinha, garota, mãos à obra que sua jornada de auto descoberta tá só começando!

Por hoje é só pessoal.

Partiu brilhar?!

 

obs: as ilutrações desse post são todas da Paola Delucca, foficas, né?

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Somos um coletivo de arte, moda, cinema, selfies, looks do dia, textão de amor, testículos de legenda, sinais de fumaça, código morse e qualquer outro meio de expressão que nós faça bater o coração! Afinal, a única coisa que a gente pode deixar pro mundo é a nossa percepção dele ;) @coletivolirico

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