Wild Nothing: ô lá no meu spotfy <3

Uma das coisas que a gente mais se encanta com São Paulo é a efervescência cultural da cidade: arte, música, gastronomia, cinema e, o melhor de tudo, as almas que a gente conhece enquanto está se conhecendo por aí…

Ontem, por exemplo, rolou o Jim Bear History Festival, na Praça Dom Jose Gaspar, no centro da cidade. Várias bandas e deejays se apresentaram por lá, mas o nosso favorito mesmo foi o som suave, daqueles com vocais murmurados e transbordantes, da  Wild Nothing! Banda norte-americana que tocou pela primeira vez em solo tupiniquim e a gente deu a sorte de presenciar! <3

Coloca o fone de ouvido se estiver no escritório ou, se estive sozinha, aumenta o som e vem com a gente:

Primeiro, temos Jack Tatum que é um gatinho e isso já valia a ida ao show, né, mores?! Ele é de Virginia uma cidade de colonização britânica e, por isso, parece que os moços por lá saem todos desse jeitinho: educados, fofos, lordezinhos e apaixonantes:

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Em segundo, temos a música e, que música amigos, que música. Uma mistura de indie rock com pop dream… Assim: coloca no liquidificador Cocteau Twins, The Smiths, salpica um pouco de New Order e temos um baita de um coquetel, suave e embriagante.

É tão suave que até parece música ambiente, sabe?  Mas as letras transbordam tanto amor que a gente tem certeza absoluta que em algum lugar do mundo, existe algum ursinho carinhoso ouvindo Wild Nothing na playlist do trabalho.

Pra quem se interessou, no Spotfy tem o terceiro álbum da banda, o “Life of Pause” mas aqui segue um vídeo pra quem quiser ouvir, ver e sentir durante uma horinha inteira essa loja de doces em forma de música:

Ah, durante o show no festival do Jim Bear History Festival eles ainda gravaram um clipe novo! Ou seja: as vezes a gente até deu um glow na próxima produção da banda em nem sabe… #SonharNãoCustaNada

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Somos um coletivo de arte, moda, cinema, selfies, looks do dia, textão de amor, testículos de legenda, sinais de fumaça, código morse e qualquer outro meio de expressão que nós faça bater o coração! Afinal, a única coisa que a gente pode deixar pro mundo é a nossa percepção dele ;) @coletivolirico

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