#donasdarua

por | 11/11/2016 | cultura, lifestyle

Não sei vocês, mas uma das primeiras mulheres a inspirar a gente (a sermos cada vez mais nós mesmas, claro) nasceu ali no bairro do Limoeiro e no coração da nossa imaginação:

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Curiosidade: no começo, a Turminha era formada só de meninos, até que começaram a perguntar para o Mauricio: “Cadê as meninas?”. Na época, o desenhista achava que não saberia falar de mulheres, porque conhecia mais o universo dos garotos. Foi aí que ele começou a olhar em volta e viu que poderia se inspirar nas filhas.

Em 1963, Mauricio criou sua primeira personagem feminina, a Mônica. Ela estreou na tirinha do Cebolinha e desequilibrou o jogo. Eram os anos 1960, uma época em que as mulheres começavam a ganhar mais espaço:

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Mônica é cheia de personalidade, não leva desaforo pra casa e, nem por isso é menos doce e gentil, amiga pra todas as horas e uma romântica incurável. Prova de que as meninas fortes de hoje serão as mulheres incríveis do amanhã: lindamente contraditórias, pra dizer o mínimo do máximo de cada uma delas.

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E aí que a Maurício de Souza Produções em parceria com ONU Mulheres, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres vai produzir e agregar conteúdos que contarão histórias de meninas e mulheres que são Donas da Rua.

E, pra começar esse material, ninguém menos que a própria Mônica, a filha que inspirou a personagem:

No site do projeto dá pra ler sobre a história de outras meninas e mulheres, conhecer as Donas da Rua do Limoeiro e as #donasdarua da História – que começou apresentando Ada Lovelace, a primeira programadora da história.

Vale o clique! 




Autor:

Helô Gomes
Helô Gomes é bacharel em jornalismo, premiada nacionalmente com a obra "Cordel de Moda - arte e Cotidiano na feira de Caruaru"; cobriu as principais semanas de moda do circuito Nova York, Londres, Milão, Paris, Rio e São Paulo, publicou e apresentou pesquisas científicas a convite da USP em Dublin, Moscou, Budapeste e Cracóvia, é apaixonada por literatura e arte e no Coletivo Lírico expressa todo seu olhar sobre a moda em forma de objetos de consumo afetivos

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