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O que a História da Gravata pode fazer por Você?

Amigos e rivais brigando por causa de tudo, pelo espaço físico, idéias diferentes, inveja e muito mais.
Vários países da Europa se engalfinharam por anos e, mesmo nesse contexto, existe solo para a moda brotar.

Durante a guerra dos 30 anos (1618-1648), muitos croatas mercenários estiveram na França e Luis XIV, o jovem reizinho de 7 anos, conseguiu abstrair o caô todo pra botar reparo num pequeno grande detalhe: o paninho que eles usavam em volta do pescoço preso por um nó.

Mandou seus criados executarem um igualzinho pra ele! E virou uma febre nas cortes oficiais de militares como símbolo de elegância e estilo. Luizinho, um verdadeiro trendsetter!

Foi criada assim a moda da “la croate” que mais tarde daria origem à palavra francesa cravate, nossa querida e odiada gravata!

Há quem acredite que a gravata no campo de batalha, além de proteger o pescoço, podia ser usado para estancar ferimentos ou como gaze, mas ainda hoje, milhões de gravatas são vendidas no mundo todo ainda como símbolo de seriedade e elegância principalmente no mundo empresarial.

Essa história me fez pensar em como muito dos itens e coisas que se praticam podem vir de histórias longínquas como essa e sequer fazerem sentido para maioria das pessoas que reproduzem tais idéias.

Por muitas vezes e por anos eu me propus a usar itens tão desconfortáveis como uma gravata para me enquadrar numa convenção estética sem qualquer significado para mim.

Nossas roupas são quase como uma amiga: elas encostam na nossa pele, podem nos fazer carinho ou nos castigar e, pensando aqui, será que estamos usando nossa imagem também como meio de nos amar e traduzir da melhor forma nossos sonhos e valores?

Porque sim: nós podemos dar lugar a nossa personalidade e deixá-la brilhar cada vez mais forte, sem qualquer necessidade de amarrar em volta de nossos pescoços uma verdade que já não nos diz respeito.

Ó Rei Luiz, um brinde a você, mas queria deixar claro uma coisa…não somos obrigadas a nada!

Que o nó saia de fininho das nossas gargantas e sem qualquer necessidade de imitar você e nem ninguém e, finalmente, possamos gritar bem alto: JE SUIS MAIS EU.

 

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