os 10 livros mais lidos de todos os tempos

Alguns livros são tão importante que já fazem parte da história da humanidade: são aqueles de leitura obrigatória – se não com seus próprios olhos, com certeza você já leu de ouvir alguém falar. <3

Mas você já parou para pensar quais são os livros mais lidos de todos os tempos?

A lista dos livros mais populares inclui publicações que ganham vantagem por terem sido publicadas há décadas e até centenas de anos, tipo, deu mais tempo de mais gente ler, porém, outros são verdadeiros fenômenos que conseguiram entrar na lista em pouquíssimo tempo.

Ah, antes de ver a lista, é importante saber que “mais vendidos” refere-se ao número estimado de cópias vendidas por cada livro, ao invés do número de livros impressos ou possuídos atualmente. Apesar de ser difícil contabilizar um total de todos livros lançados – já que alguns são muito antigos e outros foram publicados por editoras diferentes e não relacionadas –  esta é uma lista com uma estimativa bem próxima, ok?

abre o sorriso e a imaginação e vem com a gente:

10) O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (Clive Staples Lewis) – 85 milhões de cópias

O livro é um romance de literatura fantástica do escritor britânico C.S. Lewis. Publicado em 1950, mas escrito em meados de 1940, é o primeiro e mais conhecido livro da série intitulada As Crônicas de Nárnia. Apesar de ser o primeiro livro a ser publicado, é na verdade o segundo na ordem cronológica dos acontecimentos da série. Traz a dedicatória do autor para a sua enteada, Lucy Barfield.Data da primeira publicação: 1950

 

9) Ela, a Feiticeira (Henry Rider Haggard) – 100 milhões de cópias

A obra é um best-seller escrito por Henry Rider Haggard, escritor vitoriano de aventuras e fantasia. O livro narra as aventuras de Leo Vincey e Horace Holly numa região inexplorada da África, onde encontram uma civilização perdida obediente a uma misteriosa feiticeira chamada Ela. O livro tornou-se a obra mais popular de Haggard, deixando para trás outro grande clássico de Haggard, as ‘As Minas do Rei Salomão’.
Data da primeira publicação: 1887

8) O Sonho da Câmara Vermelha (Cao Xueqin) – 100 milhões de cópias

O livro é uma obra-prima da literatura chinesa e um dos Quatro Grandes Romances Clássicos da China. O livro foi escrito em meados do Século XVIII, durante a Dinastia Qing, e tem sua autoria atribuída a Cao Xueqin. Esta obra é reconhecida como o ponto mais alto dos romances clássicos chineses. “Vermelhologia” é o campo de estudo dedicado exclusivamente a esta obra. Acredita-se que o conteúdo da história seja semiautobiográfica descrevendo o destino da própria família do escritor e, por extensão, da dinastia Qing. Como o autor detalha no primeiro capítulo, o livro se destina a ser um memorial para as mulheres que ele conheceu em sua juventude: amigas, familiares e serviçais.
Data da primeira publicação: 1791

 

7) O Caso dos Dez Negrinhos/E Não Sobrou Nenhum… (Agatha Christie) – 100 milhões de cópias

No seu momento de maturidade literária, intensa criatividade e inventividade, Agatha Christie nos brinda com ‘E Não Sobrou Nenhum’, considerado o melhor livro de suspense de todos os tempos, uma pérola do romance policial. Uma trama urdida cuidadosamente onde nenhum detalhe está fora do lugar, com a construção de incríveis elementos: a ilha deserta e isolada, a grande mansão e principalmente o fato de todos os convidados serem mutuamente suspeitos. Com essa atmosfera a autora já abre inúmeras possibilidades para a evolução da trama, e este é um dos seus grandes trunfos utilizados com muita argúcia para enriquecer o enredo. Outro fator que atesta a importância e a força desta ambientação é que os elementos utilizados por Aghata Christie tornaram-se alguns dos lugares-comuns mais visitados de toda a ficção policial em filmes, seriados, novelas e até mesmo em jogos de tabuleiro.
Data da primeira publicação: 1939

6) O Hobbit (J. R. R. Tolkien) – 100 milhões de cópias

O Hobbit foi aclamado pela crítica, sendo nomeado à Medalha Carnegie e recebendo um prêmio do jornal norte-americano New York Herald Tribune de melhor ficção juvenil. O romance se mantém popular com o passar dos anos e é reconhecido como um clássico da literatura infantil. Os hobbits são seres muito pequenos, menores do que os anões. São de boa paz, sua única ambição é uma boa terra lavrada e só gostam de lidar com ferramentas manuais. Este livro tem como personagem central o hobbit Bilbo Bolseiro. Ele vive muito tranquilo até que o mago Gandalf e uma companhia de anões o levam numa expedição para resgatar um tesouro guardado por Smaug, um dragão enorme e perigoso.
Data da primeira publicação: 1937

5) Harry Potter e a Pedra Filosofal (J. K. Rowling) – 107 milhões de cópias

É o primeiro livro da saga Harry Potter, que viria a se tornar uma febre e carregar uma legião de fãs no mundo todo, mudando para sempre a história da literatura. Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. No dia de seu aniversário de 11 anos, Harry descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural entre os sobrenaturais.
Data da primeira publicação: 1997

4) O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry) – 140 milhões de cópias

‘O Pequeno Príncipe’ tornou-se obra de apelo universal, um clássico moderno traduzido para mais de oitenta idiomas. Suas páginas abrigam valiosas lições sobre a solidão, a amizade, o tempo, a vida e a morte, compartilhadas por meio do pequeno habitante do asteroide B 612. Apesar de escrito e narrado por um adulto, ‘O Pequeno Príncipe’ se dirige, desde suas primeiras linhas, às crianças. É, na verdade, uma ode à infância, uma delicada viagem a esse planeta que aos poucos abandonamos, vivendo em prol das nossas vaidades, vícios, obrigações, números e demais coisas ‘sérias e importantes’.
Data da primeira publicação: 1943

3) O Senhor dos Anéis (J. R. R. Tolkien) – 150 milhões de cópias

O Senhor dos Anéis é uma trilogia de livros de alta fantasia escrita pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien. A saga veio primeiro que outro livro de sucesso do escritor, O Hobbit, e logo se desenvolveu numa história muito maior. Foi escrito entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. Embora Tolkien tenha planejado realizá-lo em volume único, foi originalmente publicado em três volumes entre 1954 e 1955, e foi assim, em três volumes, que se tornou popular. Desde então foi reimpresso várias vezes e foi traduzido para mais de 40 línguas, e vendeu mais 160 milhões de cópias, tornando-se um dos trabalhos mais populares da literatura do século XX.
Data da primeira publicação: 1954

2) Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens) – 200 milhões de cópias

Terno e violento. Essa adjetivação antagônica talvez dê conta do fulgor narrativo de Um conto de duas cidades. Repleto de aventura, romance e tragédia, o romance teve como inspiração a obra História da Revolução Francesa, publicada em 1837 pelo escritor, ensaísta e historiador escocês Thomas Carlyle (1795-1881). Longe de abandonar características dickensianas como o realismo e a forte tensão sentimental, incorpora contudo elementos que conferem a esta obra uma feliz singularidade dentro do legado do autor inglês. Deixando um pouco de lado a comicidade que costuma permear seus personagens – ela está, sim, presente no texto, mas em proporção diminuta se comparada a outros trabalhos -, Dickens embarca aqui em uma emocionante pintura da Revolução Francesa.
Data da primeira publicação: 1859

1) Don Quixote (Miguel de Cervantes) – 500 milhões de cópias

O livro traz a história de um ingênuo senhor rural cujo passatempo favorito era a leitura de livros de cavalaria. Na sua obsessão, acreditava literalmente nas aventuras escritas e decide tornar-se um cavaleiro andante. Suas viagens sucedem-se sob a alucinação de que estava vivendo na era da cavalaria; pessoas que encontrava nas estradas pareciam-lhe como cavaleiros em armas, damas em apuros, gigantes e monstros; até moinhos de vento na sua imaginação eram seres vivos. Combatendo as injustiças, o personagem enfrenta situações penosas e ridículas, mantendo, porém, uma figura nobre e patética.
Data da primeira publicação: 1615

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