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  • Gustav Klimt em o beijo de Harry & Meghan
    R$89,90
    O beijo (original em alemão: Der Kuss) é um quadro do pintor austríaco Gustav Klimt,  óleo sobre tela, 180x180 centímetros, pintado entre 1907 e 1908 e que: é carnaval de sensação.

    Na cena, o casal se encontra a beira de uma cama formada por flores e atrás dos amantes apenas um vazio salpicado em ouro. O mundo deles não é o nosso: é o mundo de fantasia, da intimidade, daquela "bolha" que a gente entra quando se conecta pra valer com alguém, sabe? O Beijo é uma pintura intensamente erótica e apaixonante (todo mundo aí também sente essa vibração?)  e ela é o maior exemplo da fixação pelo sexo que Klimt possuía, pois a imagem do casal unido gera um elemento fálico. Contudo, o momento eternizado pelo pintor é o mais terno e o romântico de uma relação amorosa, o beijo. Os corpos do casal tão separados por estampas distintas (para um pouquinho pra observar, é uma delícia ver como as cores se misturam e se distanciam a partir de suas combinações) é um momento de plenitude! A roupa do homem é coberta de formas retangulares, escolhidas como símbolo da masculinidade. Enquanto, as imagens arredondadas, curvas e floridas, do vestido são compreendias como elementos da feminilidade. <3

    Curiosidade: Viena, no período, era um centro de estudos da sexualidade e sociedade - onde Freud e outros profissionais depois vieram a elaborar a teoria que revolucionaria a sociedade. Detalhe: mesmo com uma presença super imponente, o rosto dos homens geralmente fica escondido nas obras e só aparece o rosto do corpo feminino! Olha só: arte austríaca, Gustav Klimt, O Beijo
     As flores e arbustos que formam uma cama na pintura são os únicos elementos que parecem ligar os amantes ao mundo real:
    Sobre o casal, muitos especialistas afirmam que seria praticamente um retrato de Klimt com Emilie Flöge, (Viena, 1874 - Viena 1952) - eterna companheira e musa do artista - como amantes, oin!
     
  • Frida Kahnarinho
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    Até Frida Kahlo vira brasileira na hora de gritar Gol <3  
  • a pizza do salvador dali
    R$89,90
    O quadro A Persistência da Memória é uma pintura de 1931 de Salvador Dalí - sim, o moço do bigode,  e está exposta na coleção do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque desde 1934. <3 ela é super conhecida e frequentemente referenciada na cultura popular por motivos de: todo mundo sabe o que é passar calor na vida e se sentir derretendo.... kkkk #brinks Em sua autobiografia, Dalí conta que levou duas horas para pintar a maior parte da obra (do total de menos de cinco horas), enquanto esperava sua esposa, a Sra. Gala, voltar do teatro. Quando a moça chegou, o maridón perguntou: "E aí, gostou?" mas do jeito surrealista dele, né? Na verdade ele perguntou: "Daqui a três anos você ainda vai se lembrar dessa imagem?" ao que ela respondeu: "Ninguém poderia esquecê-la uma vez vista" U O W que tiro de cultura foi esse?! <3 E o que fizemos nós? Colocamos uma pizza no lugar dos relógios porque, né... Acreditamos que tudo com cobertura de catupiry e carboidrato também é inesquecível. Sirvam-se à vontade!  
    • vale lembrar que o surrealismo é uma escola artística que nasce na literatura e que prega uma grande liberdade na criação. Afastando-se do formalismo e buscando no inconsciente, no que foge à realidade, a sua matéria-prima.
    • O termo foi cunhado por André Breton e se encontra no contexto dos movimentos modernistas europeus. Com forte influência das teorias psicanalíticas de Freud, o surrealismo tenta se afastar da lógica e da razão nas produções artísticas.
    • O resultado é uma arte simbólica, cheia de elementos que saem da racionalidade, despindo objetos cotidianos de sua lógica normal.
    • Os relógios que se derretem representam um tempo que passa de forma diferente. Ao contrário dos relógios normais, que marcam com precisão a passagem dos segundos, estes relógios de Dalí possuem marcações diferentes pois seus ponteiros estão derretidos e trazem uma noção distorcida dos segundos.
  • dia dos enamorados
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    12 de junho é a festa de aniversário do Dia dos Enamorados. É quase como se fosse o Reveillon do Amor. Um dia que a gente tira pra olhar pra esse Sentimento tão maluco que faz festa na gente todo dia: às vezes disfarçado de rotina em um cafuné distraído, fantasiado de super herói quando se estende uma mão amiga ao outro que tropeçou nas próprias neuroses, com aroma de abraço, tapa, beliscão e aplauso, tudo numa inspiração só, quando o amanhã é muito longe e só existe mesmo o hoje, como estalo de carvão queimando em brasa como se a gente tivesse acabado de nascer quando Ele puxa a gente pra vida, como um looping, quando a gente vive o pra sempre no inédito. Amor é relacionamento. Amor é troca. Um escambo sincero de momentos, sonhos & pesadelos, agoras & nunca mais: ele é mais que sentimento, é uma maneira de agir. Por isso, um Feliz Amor Novo para todo tipo de troca escolhida pelo coração de vocês: seja ela romântica, platônica, transgênera, própria, hipotecada, alugada ou arrendada: que o amor seja um verbo, intransitivos ou não.  

    <3

    E, para nossa estampa especial de Dia Dos Enamorados, convidamos o artista Michael Thibault, do Art Frame Design, que nos ofertou essa genialidade abaixo:

    Uma mistura maravilhosa do famoso beijo entre o marinheiro e a enfermeira na Times Square, em Nova York, no final da Segunda Guerra Mundial e o quadro O Beijo, de Francesco Hayez, 1859. 

    Nós sabemos de toda a polêmica feminista (e, claro, humanista) envolvendo a questão da foto acima e justamente por isso escolhemos usá-la. Pra nós, o Amor é capaz de transformar qualquer momento e é justamente Ele que sublima as situações <3

    Um encontro feliz substiui um encontro triste! <3

    O Michael também tem um site fenomenal chamado Mikeshake Magazine onde ele faz matérias de novos talentos da cena artística francesa. Vale o clique! <3    
  • Vincent Jr.
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    A taça do mundo é nossa, com boa arte, não há quem possa... <3
  • Monadribla
    R$89,90
    se Leonardo Da20, por que a Monalisa não pode dar Umzinho de placa?
  • a bolha de Davi!
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    Davi, manda nudes! <3 Saído das mãos de um dos maiores gênios da arte de todos os tempos, o Davi (1502-1504) de Michelangelo é uma escultura em mármore maciço com mais de 4 metros de altura de corpo, e mais de 5 metros contando com a base - vamos deixar piadinhas sobre os centímetros restantes de lado, porque, né, se não queremos ser julgadas por nosso corpo também não vale fazer isso com os migos. O que pouca gente sabe é que: A escultura remete à história bíblica de Davi e Golias, na qual o gigante e arrogante Golias (um soldado filisteu) é derrotado por Davi (apenas um rapaz) que assim ajuda os israelitas a vencer a batalha contra os filisteus. Muitas vezes antes esta história foi representada de várias formas, mas Michelangelo difere das anteriores representações ao escolher esculpir um Davi sem Golias (tipo assim, Davi na bolha dele mesmo), e acima de tudo ao não representar um Davi vencedor. Ao invés do que era comum, aqui Davi aparece sozinho e no momento que antecede a batalha. Ele avança desnudo para o terreno onde Golias o aguarda, carregando apenas no ombro esquerdo a funda (tipo uma corda) que ele usa pra matar o tal do Golias.
    A influência clássica é super visível na aproximação da obra ao esquema do kouros grego. E também no fato do artista escolher esculpir um corpo saradão blogueiro fitness em oposição, por exemplo, aos corpos magros das figuras adolescentes de Donatello.  E, assim, apesar da obra exprimir algum movimento, ela é acima de tudo uma escultura que apresenta uma "ação em suspenso"! Vê só: toda a anatomia do Davi exprime tensão, apreensão, mas também ousadia e desafio, já que as veias estão dilatadas, a testa franzida e o olhar é feroz e ao mesmo tempo cauteloso: Vocês não tem a impressão de que a escultura parece ter uma vida própria interior bastante agitada, apesar da aparente clama e passividade exterior? bem pleno, bem louco. Por isso, fizemos essa blusinha pra vocês: a bolha de Davi! Pra todo mundo que vai pra guerra, mas vai inteira de si! <3  
  • receita médica
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    Os Poemas
    Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhado espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti… Mario Quintana (Publicado originalmente no livro Esconderijos do Tempo, retirado de Poesia Completa – Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005, p. 469)

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