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  • moça
    R$69,90
    Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher Sou minha mãe e minha filha, minha irmã, minha menina Mas sou minha, só minha e não de quem quiser....
  • mulher maravilhuosa
    R$89,90
    Dica: use essa camiseta enquanto lê o livro Cortesãs e Favoritas, do Henri de Kock. ou o Lísistra - Greve dos Sexo, de Moliére; ou o Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir; ou qualquer gibi da Mônica.
  • Gustav Klimt em o beijo de Harry & Meghan
    R$89,90
    O beijo (original em alemão: Der Kuss) é um quadro do pintor austríaco Gustav Klimt,  óleo sobre tela, 180x180 centímetros, pintado entre 1907 e 1908 e que: é carnaval de sensação.

    Na cena, o casal se encontra a beira de uma cama formada por flores e atrás dos amantes apenas um vazio salpicado em ouro. O mundo deles não é o nosso: é o mundo de fantasia, da intimidade, daquela "bolha" que a gente entra quando se conecta pra valer com alguém, sabe? O Beijo é uma pintura intensamente erótica e apaixonante (todo mundo aí também sente essa vibração?)  e ela é o maior exemplo da fixação pelo sexo que Klimt possuía, pois a imagem do casal unido gera um elemento fálico. Contudo, o momento eternizado pelo pintor é o mais terno e o romântico de uma relação amorosa, o beijo. Os corpos do casal tão separados por estampas distintas (para um pouquinho pra observar, é uma delícia ver como as cores se misturam e se distanciam a partir de suas combinações) é um momento de plenitude! A roupa do homem é coberta de formas retangulares, escolhidas como símbolo da masculinidade. Enquanto, as imagens arredondadas, curvas e floridas, do vestido são compreendias como elementos da feminilidade. <3

    Curiosidade: Viena, no período, era um centro de estudos da sexualidade e sociedade - onde Freud e outros profissionais depois vieram a elaborar a teoria que revolucionaria a sociedade. Detalhe: mesmo com uma presença super imponente, o rosto dos homens geralmente fica escondido nas obras e só aparece o rosto do corpo feminino! Olha só: arte austríaca, Gustav Klimt, O Beijo
     As flores e arbustos que formam uma cama na pintura são os únicos elementos que parecem ligar os amantes ao mundo real:
    Sobre o casal, muitos especialistas afirmam que seria praticamente um retrato de Klimt com Emilie Flöge, (Viena, 1874 - Viena 1952) - eterna companheira e musa do artista - como amantes, oin!
     
  • dont care
    R$69,90
    Paulo Leminski
  • vem kafka comigo
    R$89,90
    Franz Kafka é (a gente até poderia usar "foi" mas, pra gente, pra se estar vivo basta ter idéias eternas, mesmo que o corpitcho não esteja mais na ativa) um escritor alemão que escreveu umas preciosidades sobre a mística e a transformação da nossa existência. Tem um ~ livrinho ~ dele chamado Metamorfose, de 1915, em que ele (chamado de Gregor Samsa na obra) acorda e, vejam só vocês, está transformado num gigante inseto! O mais genial é que ninguém se assusta com a transformação! Nem família, nem crush, nem seguidores do Insta (rsrs). É que fisicamente ele apenas se tornou aquilo que ele já era interiormente: "uma criatura do chefe, sem espinha dorsal nem discernimento…” por isso não chocou ninguém. Gregor era gente que tinha esquecido de ser gente. Vivia de acordo com o que os outros esperavam dele (trabalho, casamento, compromissos sociais) e não do que ele desejava pra si mesmo. Pensando bem, lagarta somos todos: alguns continuam pra sempre insetos, já outros, ainda acreditam na mágica do voo da borboleta.

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    Pra estampar essa blusinha, a gente foi até a Bélgica - mais precisamente até a década de 1920 - onde e quando a gente e encontrou umas litogravuras lindas de História Natural com essas borboletas lindas e plenas! Difícil mesmo foi escolher quais iriam parar no look do dia!    
  • Hilda Hilst
    R$69,90
    Viva Hilda viva Hilda Hilst está na moda. É engraçado porque Hilda é aquela peça vintage que ninguém deu muita bola quando foi lançada à época, e de repente todo mundo encontrou no guarda roupa da avó ao mesmo tempo e decidiu que é coisa de mulher moderna. Que brusinha linda, e tava lá encostada. Finalmente resolveram entender aquela mulher que sempre dizia “fico besta quando me entendem”. Mas, será? Hilda não é uma camiseta escrito FEMINISTA, aquela que hoje em dia vende em tudo que é fast fashion e que noto que muitos estão loucos para vestir na escritora. Ela era, na real, uma mulher privilegiada, de família rica, que me parece ter sempre se preocupado mais com ela mesma do que com qualquer coletivo. E, apesar de ter usado muito vestido haute couture do Dener, eles não eram pra ela. O hype não servia nela, era pequeno. Mas ela pode ser uma camiseta escrito “Aflição de ser eu e não ser outra”, mais uma frase tão famosa sua. Mesmo nunca tendo aderido formalmente a nenhum movimento político, havia ali uma mulher cansada da maneira como as mulheres eram vistas na sociedade, e exausta do que ela mesma era obrigada a se submeter para tentar ser lida, por ser mulher. Em uma entrevista, certa vez, Hilda justificou sua fuga de São Paulo para o interior assim: “Porque ou eu fico fazendo esse puta charme dia e noite, andando pelas ruas, falando nas universidades que eu sou caralhal, ou eu escrevo. Qual é o meu negócio?”. Não é muito diferente do que disse a maravilhosa Roxane “má feminista” Gray em seu livro “Fome”, lançado esse ano: que ela queria poder ser lida apenas, sem ser vista. É preciso ser vista, analisada fisicamente, para decidirem se ela é ou não uma mulher que tem valor? Como se a aparência da autora fosse parte fundamental da qualidade de seu trabalho. Hilda não era uma mulher delicada e submissa, embora muitas vezes defendeu essa mulher em sua obra. Ao mesmo tempo em que construiu personagens fortes e contraventoras, como em “A Obscena Senhorita D”, criou montes de personagens masculinos que, sob sua perspectivas, julgaram mulheres que não se encaixassem nos padrões impostos socialmente. Mas a própria Hilda nunca se encaixou e, na verdade, nem tentou muito. Poeticamente contraditória, ela. “Fico besta quando me entendem”. Hilda não é fácil de entender. Mas ficar tentando entendê-la a cada poema, a cada livro, a cada imagem daquele olhar cheio de uma sabedoria dura é, certamente, uma delícia.

    por juliana ali

  • let it beatles
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    "Uma noite, durante aqueles tempos intensos, eu tive um sonho com minha mãe que tinha morrido há mais de 10 anos. E foi tão bom vê-la porque isso é fantástico nos sonhos: você fica unido a essa pessoa por segundos e parece que esteve presente fisicamente também. Foi ótimo para mim e ela parecia estar em paz no sonho dizendo, ‘Tudo ficará bem, não se preocupe, pois tudo se acertará.’ Eu não me lembro se ela usou a palavra ‘Let it be’ (Deixa estar) mas era o sentido do seu conselho. Eu me senti muito abençoado por ter tido aquele sonho. E comecei a canção literalmente com a frase ‘Mother Mary.’ A canção é baseada naquele sonho.”

    Paul McCartney em sua autobiografia “Many Years From Now” escrita por Barry Miles
  • Frida Kahnarinho
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    Até Frida Kahlo vira brasileira na hora de gritar Gol <3  
  • Céu de Ícaro
    R$89,90
    Tendo a lua
    Eu hoje joguei tanta coisa fora Eu vi o meu passado passar por mim Cartas e fotografias gente que foi embora A casa fica bem melhor assimO céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu E lendo teus bilhetes, eu lembro do que fiz Querendo ver o mais distante e sem saber voar Desprezando as asas que você me deuTendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, Mas de bailarinos E de você e euEu hoje joguei tanta coisa fora E lendo teus bilhetes, eu lembro do que fiz Cartas e fotografias gente que foi embora A casa fica bem melhor assimTendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, Mas de bailarinos E de você e euTendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, Mas de bailarinos E de você e eu.

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